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    Você sabia que o valor da pensão por morte foi reduzido?

    141 Macedo - Escritório de Advocacia em São Paulo - SP | Macedo Advocacia - Você sabia que o valor da pensão por morte foi reduzido?

    As alterações reduziram substancialmente o valor a ser recebido para quem acumular benefícios. Entenda

    A pensão por morte no Brasil trata-se de um benefício previdenciário, regulado pela Lei brasileira, onde se encontram os benefícios da previdência social.

    A Reforma da Previdência modificou a regra do valor a ser recebido por ocasião da Pensão por Morte, pela (o) viúva (o). Segundo os critérios da Emenda Constitucional 103/2019 não há mais a alíquota de 100% do salário de benefício ou o valor da aposentadoria por invalidez.

    Agora, há a chamada “cota familiar” de 50% acrescido de 10% por dependente, até o limite de 100%. Após a mudança em 2021, o tempo de recebimento do benefício ficará inalterado em 2022, visto que, conforme a Lei 13.135 de 2015, a cada três anos, um ano é acrescido nas faixas etárias estabelecidas por portaria do governo federal. Sendo assim, as idades mínimas dos segurados só voltarão aumentar em 2024.

    Quer saber tudo sobre o tema? Acompanhe a leitura onde vamos explicar todas as regras deste benefício.

    Quem são os dependentes da pensão por morte?

    Este benefício é pago para os dependentes do segurado falecido, podendo estar ativo ou aposentado, com o valor referente ao da aposentadoria que ele recebia ou teria o direito de receber.

    Os dependentes do beneficiário são classificados em três classes:

    1. O Cônjuge e filhos menores de 21 anos ou inválidos;
    2. Os Pais;
    3. Os Irmãos menores de 21 anos ou inválidos;

    Mas para realizar esse procedimento de dependência, é preciso se atentar em algumas regras:

    • Também é denominado cônjuge aquele que vive em união estável com o assegurado sem estar oficialmente casado;
    • A pensão alimentícia prova dependência financeira;
    • O juiz poderá emitir sentença declaratória de ausência se a morte for presumida;
    • Não é possível o dependente receber duas pensões, mas é possível que ele opte por receber a de valor mais alto.
    • O dependente só terá direito se não existir o outro dependente de classe anterior a dele;
    • Os dependentes da classe 1 têm dependência econômica presumida, exceto os filhos tutelados e enteados;
    • Os dependentes das demais classes devem comprovar a dependência com seus documentos;
    • O dependente menor de 21 anos deve comprovar que não possui emancipação;
    • O inválido deverá se submeter a perícia médica;
    • Os pais deverão comprovar que o filho faleceu e que os mesmos eram dependentes financeiramente dele;
    • O entendo deverá comprovar a tutela;
    • O cônjuge que não se fazia presente e aquele que dispensou a pensão alimentícia terá direito desde que prove dependência quando o assegurado vier a óbito.

    Quais são os requisitos para obter a pensão por morte?

    Para obter a pensão por morte é preciso que o indivíduo esteja contribuindo com a Previdência Social.

    Caso o trabalhador tenha mais de dez anos de contribuição ao INSS e for demitido da empresa, independente de contribuir ou não, ele mantém essa cobertura previdenciária por até três anos.

    Valor da pensão por morte foi reduzido?

    Sim. A Reforma da Previdência estabeleceu novos cálculos do valor da pensão por porte. Para quem já era aposentado, a pensão é de 50% do valor da aposentadoria, mais 10% para cada dependente, limitada a 100%.

    Já o cônjuge que não possui dependentes, receberá 60%. Se forem dois dependentes, serão 70%, e se forem três, 80%. Chegará em 100% para cinco ou mais dependentes.

    Para quem não era aposentado, o INSS faz o cálculo de quanto seria a aposentadoria por incapacidade permanente da pessoa que morreu. Será considerado 60% da média salarial calculada com todos os salários de contribuição, contados a partir de julho de 1994, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de pagamento do INSS que passar de 15 anos de contribuição para as mulheres e 20 anos de contribuição para os homens, até o limite de 100%.

    A partir disso o INSS irá aplicar a regra de cota de 50% do valor mais 10% de  cada dependente. Se o assegurado falecer devido a um acidente de trabalho ou doença profissional, essas cotas serão aplicadas sobre 100% da média salarial. Isso acontecerá também se o dependente for inválido ou tiver deficiência intelectual, ou mental.

    O cálculo do segundo benefício, independente se for pensão ou aposentadoria, é aplicado no valor que ultrapassar o salário-mínimo.

    Para ficar mais claro, olhe a tabela a seguir. As porcentagens correspondem ao que a pessoa vai receber em relação ao valor que for acima dos salários definidos. Veja:

    Valor do benefício menos vantajoso: Quanto será recebido:
    Até um salário-mínimo 100% do valor
    Entre um e dois salários-mínimos 60% do valor que ultrapassar R$ 1.212
    Entre dois e três salários-mínimos 40% do valor que ultrapassar R$ 2.424
    Entre três e quatro salários-mínimos 20% do valor que ultrapassar R$ 3.636
    Acima de quatro salários-mínimos 10% do valor que ultrapassar R$ 4.848

    Se o pedido for indeferido, o que deve ser feito?

    Se o pedido de pensão por morte for indeferido pelo INSS, o segurado poderá apresentar o recurso administrativo contra a decisão no prazo de trinta dias. Este será distribuído para a JRPS (Junta de Recursos da Previdência Social) para julgamento pelos Conselheiros do CRPS.

    O requerimento de recurso ordinário poderá ser realizado através da ‘internet’, no portal “Meu INSS”. A segunda opção para esse caso é entrar com uma ação judicial. Em ambos os casos é necessário que o beneficiário seja orientado por um advogado especialista na área.

    Fonte: Jornal Contábil

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